domingo, 12 de agosto de 2018

"Holding Back the Years", por Simply Red


Essa música tem de tudo para ser a minha Música do Ano, especialmente porque ela tem refletido muito do que tem acontecido comigo em 2018.

Passando por alguns momentos que tem me feito pensar sobre desistir ou não de muita coisa...

Simply Red: Holding Back the Years (tradução)

Aguentando os últimos anos
Pensando nesse medo que carrego comigo há tempos
Porém, quando alguém me vê
Não repara que esse medo se escondeu

Sufocado pelos desejos de meu pai
Ansiando pelo abraço de minha mãe
Querendo encontrá-la o mais breve possível

Aguentando os últimos anos
Com a chance de escapar de tudo que já fui
Aguentando os últimos anos
Porque nada aqui em mim mudou

Já gastei todas as minhas lágrimas
E gastei todos os últimos anos
E nada ao menos me deu uma esperança
Nada mais dará...

Vou continuar aguentando
Vou continuar aguentando
Vou continuar aguentando
Vou continuar aguentando

Já gastei todas as minhas lágrimas
E gastei todos os últimos anos
E nada ao menos me deu uma esperança
Nada mais dará...

Vou continuar aguentando
Vou continuar aguentando
Vou continuar aguentando
Vou continuar aguentando

Aguentando, aguentando, aguentando...

É tudo o que sou hoje...
É tudo o que tenho a dizer...

Eu não tenho nada a dizer porque a música já diz tudo por conta própria.

quarta-feira, 13 de junho de 2018

"Índios", por Legião Urbana


Simplesmente sensacional, essa versão acústica, parte do Acústico MTV, de 1999.

"Índios", Legião Urbana

Quem me dera ao menos uma vez
Ter de volta todo o ouro que entreguei a quem
Conseguiu me convencer que era prova de amizade
Se alguém levasse embora até o que eu não tinha

Quem me dera ao menos uma vez
Esquecer que acreditei que era por brincadeira
Que se cortava sempre um pano-de-chão
De linho nobre e pura seda

Quem me dera ao menos uma vez
Explicar o que ninguém consegue entender:
O que aconteceu ainda está por vir
E o futuro não é mais como era antigamente

Quem me dera ao menos uma vez
Provar que quem tem mais do que precisa ter
Quase sempre se convence que não tem o bastante
E fala demais por não ter nada a dizer

Quem me dera ao menos uma vez
Que o mais simples fosse visto como o mais importante
Mas nos deram espelhos
E vimos um mundo doente

Quem me dera ao menos uma vez
Entender como um só deus ao mesmo tempo é três
E esse mesmo deus foi morto por vocês
É só maldade então, deixar um deus tão triste

Eu quis o perigo e até sangrei sozinho, entenda
Assim pude trazer você de volta pra mim
Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do inicio ao fim
E é só você que tem a cura pro meu vício
De insistir nessa saudade que eu sinto
De tudo o que eu ainda não vi

Quem me dera ao menos uma vez
Acreditar por um instante em tudo que existe
E acreditar que o mundo é perfeito
E que todas as pessoas são felizes

Quem me dera ao menos uma vez
Fazer com que o mundo saiba que seu nome
Está em tudo e mesmo assim
Ninguém lhe diz ao menos obrigado

Quem me dera ao menos uma vez
Como a mais bela tribo
Dos mais belos índios
Não ser atacado por ser inocente

Eu quis o perigo e até sangrei sozinho, entenda
Assim pude trazer você de volta pra mim
Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do início ao fim
E é só você que tem a cura pro meu vício
De insistir nessa saudade que eu sinto
De tudo o que eu ainda não vi

Nos deram espelhos
E vimos um mundo doente
Tentei chorar e não consegui

domingo, 18 de fevereiro de 2018

Lucas, o Astrônomo

Nos últimos dias, ganhei um imenso interesse por Astronomia. Na verdade, eu sempre fui muito apaixonado por ela, mas nunca foquei em estudá-la. No YouTube, existe um curso completo de Astronomia, dividido em duas partes, e que foi divulgado pela Univesp. A primeira parte é essa, enquanto que a segunda é essa.



Agora, decidido a estudar mais sobre o Universo e seus astros, encontrei um modelo de luneta caseiro que estarei prestes a montar. Não só para divulgar a vocês, como também para guardar a imagem que diz como monta, disponibilizo aqui o passo-a-passo. Os direitos autorais da imagem são da Revista Galileu, e todo seu conteúdo se encontra neste link.


Eu coloquei a imagem com o tamanho real e, mesmo assim, ela não conseguiu ocupar um bom tamanho na tela. Para melhorar a visualização, basta clicar sobre ela.

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Sobre "Wake Up!"...

Nos últimos dias, postei aqui no blog músicas que fazem parte do álbum "Wake Up!", um colaborativo entre John Legend e a banda The Roots.



Lançado em 2010 pela GOOD Music e Columbia Records, o álbum trás clássicos de Marvin Gaye ("Wholy Holy"), Bill Withers ("I Can't Write Left Handed"), Nina Simone ("I Wish I Knew How It Would Feel to Be Free") e Donny Hathaway ("Little Ghetto Boy") cantados pela voz inconfundível de Legend e com os maravilhosos instrumentais dos Roots. Também participam do disco Common, Melanie Fiona, CL Smooth, Black Thought e Malik Yusef.

Considerado um dos melhores álbuns de R&B do século atual, ganhou o prêmio do Grammy justamente na categoria de Melhor Álbum de R&B de 2010.

Disponível no Spotify, você pode acessá-lo e escutar as músicas através deste link.